
2002-2021
Espetáculos:
O Buraco.
Sinopse: A escavação de um buraco é o pano de fundo para esta história. O conflito é gerado a partir das reflexões sobre o porquê e pra quê se cavar um buraco. O autor e diretor Reynaldo Barreto Lisboa faz esta abordagem de forma subjetiva, dando a oportunidade a plateia de pensar como personagens, refletindo sobre seus valores, suas convicções e inseguranças.
Elenco: Marcia Aicram e Marcelo Evangelista
Ficha Técnica:
Sonoplasta: João Bento Oliveira Lisboa
Iluminotécnico: Rennan Magalhães
Cenotécnico: Fernando Figueiredo Júnior
Cenário e Iluminação: Reynaldo Barreto Lisboa
Figurinos: A Cia
Maquiagem: Marcia Aicram
Produção: Marcia Aicram
Texto e Direção: Reynaldo Barreto Lisboa
Arlequino Menino.
Sobre o texto: O texto “ARLEQUINO MENINO”, de Reynaldo Barreto Lisboa foi inspirado na obra “Arlequim Servidor de Dois Amos” de Carlo Goldoni. O autor se apropria do famoso personagem da Commédia Dell'arte e decide mostrar que as suas características mais marcantes o acompanham desde a sua infância. A situação em que se encontra o Arlequino, servindo a duas amas, é extraída da obra de Goldoni. Sendo que no texto italiano, Arlequino serve a dois senhores. Porém, não é só nesse ponto que as obras se diferem. Arlequino, menino, se envolve em grandes trapalhadas ao servir duas signoras que comercializam os mesmos produtos, concorrendo no mesmo espaço. O fato de não saber ler e de ter muita necessidade em contar pequenas mentiras para alcançar seus objetivos fará com que o nosso pequeno Arlequino se envolva em um emaranhado de situações confusas e engraçadas.
Sinopse: Arlequino é um menino esperto, ágil, atrapalhado, mentiroso e esfomeado. Não consegue dar um passo sem que arranje uma grande confusão. Mas, tem um bom coração. Não é mau! Tem enorme dificuldade em agradar sua patroa, a vecchia Gioconda. E para piorar a situação, Arlequino agora também vai servir a signora Giuseppina. Se com uma patroa Arlequino já se atrapalha, e não pouco, com duas patroas, então, a previsão é de trapalhadas em dobro!
Elenco: Fellipe Calarco, Marcia Aicram e Sara Carolino
Ficha Técnica:
Sonoplasta: João Bento Oliveira Lisboa
Iluminotécnico: Rennan Magalhães
Cenário, Figurinos e Adereços: Lucia Reis
Iluminação: Reynaldo Barreto Lisboa
Produção: Marcia Aicram
Texto e Direção: Reynaldo Barreto Lisboa
Aqui não é Burkina Faso.
Sobre o texto: O texto narra, sob a ótica do teatro do absurdo, o relacionamento, de dois irmãos – Basílio e Damião - que por conta das atribuições domésticas de cada um, são expostos a um afastamento de cerca de três décadas. O reencontro se dá quando Basílio retorna da “padaria”, de onde volta estranho e com novas manias.
Os estranhamentos entre os dois se evidenciam e se atenuam, ao mesmo tempo, através das lembranças familiares. Damião é o encarregado em cuidar da casa, de espantar os corvos da árvore do quintal, enquanto Basílio vai buscar o pão para o pequeno almoço. Este se demora e ao voltar encontra o irmão só. A mãe só é citada como uma forte lembrança de loucura. O pai havia saído para uma espécie de jogo. Uma competição onde deveria trocar tiros com os vizinhos e o premio seria entregue àquele que matar mais. Premio este que ambos herdarão – um pássaro que lhes dá uma leve lembrança de paz. Damião que esperava o retorno do pai, com o premio, com maior
ansiedade, enxerga o pássaro logo que o recebe, enquanto Basílio, que esteve fora e ficou encantado com a perfeição da fatiadora de fiambre da padaria, não consegue vê-lo. Sem saber como cuidar do pássaro o dilema é: soltá-lo ou mantê-lo preso em uma gaiola? As divagações são constantes. E são nas entrelinhas que os personagens
discorrem sobre a irracionalidade humana; racismo, política e guerra. Etnocentrismo, alteridade, relativismo cultural, endoculturação, aculturação e estruturalismo, são elementos perceptíveis na construção textual.
O autor costuma desobedecer, por opção, ao gênero, tornando-o mais otimista. Nesse caso específico ao tratar da paz como realidade possível e do futuro com melhor perspectiva.
Sinopse:
Dois irmãos separados pela guerra se reencontram como estranhos conhecidos e discorrem sobre suas vivências. Enquanto um vivia longe dos sons dos tiros e das bombas, a admirar a perfeição de uma fatiadora de fiambre ao cortar fatias iguais, o outro se ocupava em limpar as feridas, carregar os corpos e espantar os corvos da árvore
do quintal. Enfim, a liberdade, a paz – ou apenas um pássaro que dê uma vaga lembrança da paz -. Agora que o temos, como alimentá-lo?
Elenco: Draling Mendonça e Lucas Menezes
Ficha Técnica:
Sonoplasta: João Bento Oliveira Lisboa
Iluminotécnico: Rennan Magalhães
Cenário, Figurinos e Adereços: a Cia.
Iluminação: Reynaldo Barreto Lisboa
Produção: Marcia Aicram
Texto e Direção: Reynaldo Barreto Lisboa
































