
2002-2021
Espetáculos:
O Auto da Camisinha.
Sobre o texto: O bom estilo dos velhos autos e folguedos se manifesta no uso de redondilhas (versos de sete sílabas de forte apelo popular) e da clara evidencia de dois planos que se entrelaçam por meio de Benedito: o plano terreno e o plano espiritual. No terreno, além de Benedito, temos tipos que representam não individualidades mas grupos de pessoas: o rapaz ingênuo (Benedito), a mocinha esperta e decidida (Lionor), a balzaquiaana fogosa (Sinhá Costureira), o velho solidário e debochado (Padrinho). No espiritual a antiga dualidade entre o bem e o mal, representada na peça pelo Diabo e pelo Anjo da Guarda. Um conflito interno do próprio Benedito que acaba guiando a história. Bendito é um jovem ingênuo apaixonado por Lionor. Lionor uma moça esperta, decidida e que também tem muito apresso por Benedito. Lionor, precavida e ajuizada, diz que pra um bom xamego, Benedito terá que usar a camisinha, mas o rapaz não sabe onde comprar essa blusinha. Sua ingenuidade o leva pediar ajuda a Sinhá Costureira; madura, experiente e fogosa, desfaz a confusão da cabeça de Benedito, mas o moço, ainda assim não sabe como usar o preservativo. Mas, o tinhoso que gosta de tudo errado, veio disfarçado de santo pra iludir o coitado. Com Lionor não tem conversa se não tiver a camisinha. Confuso e angustiado, o jeito foi apelar para o Anjo da Guarda, que dedurou o tinhoso e recomendou mais cuidado. Disse que Lionor estava certa e que pelo cabrunco, Benedito havia sido enganado. Com a decisão tomada, de fazer como Lionor pediu, só faltava Benedito descobrir como vestir a tal coisinha. Para tomar conselho, nada melhor do que com quem é de confiança. Benedito recorre ao seu Padrinho. O velho ensina, muito bem ensinado, e agora Benedito e Lionor já poderâo se amar, tomando os de devidos cuidado engraçadas.
Sinopse: O espetáculo de rua surge como necessidade e estratégia. Necessidade de ocupar o espaço público com arte e estratégia de aproximação com o nosso público e de formação de plateia. Queremos alcançar o indivíduo que nunca foi ao teatro, jovens e adultos e o texto é oportuno, pois, presta um serviço relevante ao conscientizar sobre a necessidade de preservação contra as DSTs-Aids, ao orientar para o uso de preservativo.
Elenco: Darling Mendonça, Fellipe Calarco, Fellipe Estevão, Gabrielle Travasso, João Bento Oliveira Lisboa, Lucas Menezes, e Marcia Aicram, Rennan Magalhães, Reynaldo Barreto Lisboa e Sara Carolino.
Ficha Técnica:
Sonoplasta: a Cia.
Figurinos e Adereços: Lucia Reis
Maquiagem: a Cia.
Produção: Marcia Aicram
Texto: José Mapurunga
Direção: Reynaldo Barreto Lisboa
Margarida e o Espantalho.
Sobre o Espetáculo: O espetáculo teatral infantil “Margarida e o Espantalho” propõe um jogo entre o real e o imaginário, destacando o poder deste exercício de imaginação para o desenvolvimento das funções cognitivas dos pequenos, ao longo de sua apresentação. Assumimos em nossa proposta um diferencial didático em contrapartida a apelação, do teatro infantil predominante nos dias de hoje, e as sedutoras produções que se apresentam sob a chancela de produtos televisivos de forte apelo, mas que em nada contribuem para a formação de um público consciente, questionador e criterioso. O espetáculo “Margarida e o Espantalho” procura, não só reproduzir através do jogo teatral, uma estética agradável ou a busca pelo fácil entretenimento, mas também fixar questões já vistas nos conteúdos escolares de uma forma criativa, envolvente e encantadora. As musicas do espetáculo reforçam o aprendizado proposto com o modo diferenciado e divertido pelo qual os personagens exercerem atividades cotidianas como: escovar os dentes, fixar noções matemáticas, preservação do meio ambiente dentre outras.
Sinopse: O espetáculo teatral infantil “Margarida e o Espantalho” é uma bonita história de amizade, possível somente no mundo da imaginação e na magia do teatro, entre uma menina muito esperta e um espantalho que sonha em ser criança. Ele vai aprender com sua nova amiga coisas sobre a cidade e ela irá aprender com este amigo fantástico, coisas sobre a natureza. Temas como amizade, saúde, higiene, reciclagem, educação no trânsito, entre outros, são abordados de forma bem divertida pelos personagens. Como se isso já não fosse o bastante, surge um Corvo pirado que irá povoar ainda mais o imaginário da plateia.
Elenco: Marcia Aicram e Reynaldo Barreto Lisboa
Ficha Técnica:
Sonoplasta: João Bento Oliveira Lisboa
Iluminotécnico: Rennan Magalhães
Cenário e Iluminação: Reynaldo Barreto Lisboa
Figurinos e Adereços: Lucia Reis
Músicas: Reynaldo Barreto Lisboa
Produção: Marcia Aicram
Texto e Direção: Reynaldo Barreto Lisboa
Tertuliano e Anatércia.
Sobre o texto: Tertuliano e Anatércia é um texto que obedece a estrutura clássica da farsa. Onde o espectador tem o conhecimento das falcatruas e armações que
acontecem em cena enquanto os demais personagens desconhecem sua condição de vı́tima. Esta estrutura antecipa o riso e torna o espectador cúmplice da trama.
Por ter sido construı́do para ser encenado por dois atores, apenas, o texto de Reynaldo Barreto Lisboa acentua ainda mais a farsa, evidenciando a teatralidade com trocas de igurinos a olhos vistos e apela, demasiadamente, a cumplicidade da plateia. Os atores vivem quatro personagens que, devido a trama, desdobram-se para seis personagens.Tertuliano e Anatércia são dois irmãos que vivem em uma localidade rural, em uma chácara herdada do pai, o falecido “Véi” Messias. Como em toda comunidade rural, os boatos se proliferam e se intensi icam, a medida que as histórias e os causos vão sendo contados. Conta-se por lá que Tertuliano e Anatércia, além da chácara, também herdaram do pai, que em certo momento de sua vida trabalhou no garimpo, um baú
com um tesouro valioso e que nem mesmo os herdeiros sabem onde está enterrado este tesouro naquela chácara. Tal história ganhou força na boca do povo e, não raramente, o casal de irmãos é assediado por todo tipo de gente querendo comprar ou usurpar suas terras.
Deocleciano Bagatela, um vigarista afamado por seus golpes, é um desses que ambicionam a propriedade dos irmãos Messias e, ao lado de sua comparsa,
Lindaura, não menos cafajeste que ele, tramam um plano infalıv́ el para ludibriar Tartuliano e Anatércia e pôr as mãos no tesouro do “Véi”Messias. Os quatro personagens des ilam seus desvios de conduta, estimulados pela ambição, pela ganância e pelo instinto de defesa.
Sinopse: Todos acreditam que eles possuem mais do que tem, por isso, Tertuliano e Anatércia, são vı́timas da ambição e da ganância de dois malfeitores. O que os
vilões não sabem é que, Tertuliano e Anatércia, de bobos só tem a cara.
Elenco: Marcia Aicram e Reynaldo Barreto Lisboa
Ficha Técnica:
Sonoplasta: João Bento Oliveira Lisboa
Iluminotécnico: Rennan Magalhães
Cenotécnica: Lucia Reis
Cenário e Iluminação: Reynaldo Barreto Lisboa
Figurinos e Adereços: Lucia Reis
Produção: Marcia Aicram
Texto e Direção: Reynaldo Barreto Lisboa




















































